domingo, outubro 22, 2006

Lágrimas ao Vento

As encruzilhadas dessa vida se revelam,
quando os seus ninguéns e suas colheres de pau
não deixando às traças nem as raspas do mingau,
vêem-se incitados ante as chamas do inferno,
devorando-te o creme gélido tal qual inverno.

Ainda que sigas ansiando por um norte,
tens o teu caminho entregue à própria sorte,
Sabes que cavastes mais ao sul a tua cova
Queres o perdão? então te coloques à prova,
Suplicante angústia em seu leste de morte

Grita em teu peito a verdade ignorada,
Sentes o pesar de um arrependimento, em vão
finges não sentir as gotas na terra molhada,
a ti não compete mais o rumo desta estrada,
lágrimas ao vento, vindas do teu coração.

Colhe-se o que planta, colhe-se o que faz,
semeando a esperança de um altruísmo alheio,
capaz de aquecer o teu arrefecido seio,
Vingança renego-a! Teu prato não desejo mais
Sublima tu'alma, leve meu perdão, em paz.

Danielle Pessoa, 20 de outubro de 2006


3 comentários:

Nanda disse...

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ADOREIIIIIIII E JÁ SEI ATÉ EM QUEM VC SE INSPIROU! HEHEHE beijos Dani

Anônimo disse...

Nossa parabens grande artista vc é
beijocas

Ândi disse...

Eu achei bom demais isso aqui.

Beijo